quem somos
nossa visÃO

A Hillside Millennium Presbyterian Church é um grupo comprometido com a fé Cristã Reformada e com a expansão do reino de Deus, através da fiel proclamação da palavra de Deus e sua doutrina, do Ensino, da Comunhão dos seus membros e do Acolhimento Fraternal dos que a procuram.


nossa MISSÃO

A Hillside Millennium Presbyterian Church existe para:
Proclamar a Palavra de Deus;
Disciplinar para a vida Cristã;
Educar, influenciando e transformando a sociedade.


aBRANGÊNCIA

A atuação da Hillside Millennium Presbyterian Church inicia-se em Hillside, New Jersey e estende-se até os confins da terra.

 


HorÁrios dos Cultos

Domingo:

Culto Matutino: 10:30 AM
Escola Dominical às 11:00 AM
Culto Vespertino: 7:00 PM

Segunda-feira:

Reunião de oração: 7:30 PM

Terça à Sexta-feira:

Ministério com as famílias, nos
lares: 8:00 PM.

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9 de novembro de 2011

Tema do mês: Eucaristia ( Vivendo em gratidão ao Deus-Servo Rei. Filipenses. 2.9.11)

Temos na História Outros Reformadores…Farel

  A Propósito dos 494 Anos de Reforma Protestante

 

                Dois anos depois da emancipação política de Genebra, quando a cidade se livrou do domínio de Savoia, em 1528, a cidade de Berna abraçou o protestantismo. Desse momento em diante passou a exercer sua influência política e moral para a introdução da nova religião nos territórios de língua francesa, vizinhos a ela.  Contra essa iniciativa se colocaram a cidade de Freiburg, o Duque de Savoia, Carlos V e o papa.

                Para o trabalho de evangelismo, sendo a Suíça ocidental de língua francesa, e a cidade de Berna de língua alemã, os bernenses contaram com um pioneiro: Guilherme Farel. Era o filho mais velho de uma família francesa nobre, da cidade de Gap, no Delfinado, região do sudeste da França, nos Alpes. Teve seis irmãos. Nasceu em 1489, cinco anos antes de Lutero e de Zuinglio, que tinham a mesma idade, e vinte anos antes de Calvino. Seus pais eram muito fieis ao catolicismo, e Farel se recordava de peregrinações que a família fez para ver a um fragmento da “verdadeira cruz”, da veneração de imagens e relíquias, e da submissão a monges e padres. Ele dizia que naquela época ele era mais papista que o papa. Com o tempo o jovem Farel desenvolveu uma sede de conhecimento, e a família o mandou estudar em Paris. Ele estudou línguas antigas, inclusive o hebraico, filosofia e teologia. Seu principal professor foi Jacques Le Fèvre d’Étaples, pioneiro da Reforma na França e tradutor das Escrituras, que o apresentou às Epístolas de Paulo e a doutrina da justificação pela fé, que lhe falou: “Meu filho, Deus vai renovar o mundo, e você vai ser testemunha disso.” Farel graduou-se e assumiu um posto de professor universitário  em Paris.

                A influência de Le Fèvre e o estudo da Bíblia gradualmente trouxeram a ele a convicção de que a salvação é encontrada apenas em Cristo, que a palavra de Deus é a única regra de fé, e que as tradições e os ritos católicos romanos eram invenções humanas. Ele ficou abismado com o fato de não se encontrar no Novo Testamento nenhuma menção ao papado ou de hierarquia sacerdotal, de indulgências, do purgatório, da missa, dos sete sacramentos, do celibato sacerdotal, da adoração de Maria ou de outros santos. Quando Le Fèvre foi acusado de heresia, em 1521, ele retirou-se para Meaux, onde o bispo era amigo e simpático a Reforma, e Farel o seguiu. Mas Farel era radical demais mesmo para um bispo simpático a Reforma, e foi proibido de pregar em Meaux. Voltou então a Gap, aonde através de sua pregação quatro de seus irmãos se converteram. Mas era uma época de perseguições na França, e o povo de Gap o expulsou. Farel então fugiu para Basiléia, onde foi bem recebido pelo Reformador da cidade, Ecolampadio. Em Basiléia Farel envolveu-se em uma disputa pública com os padres locais, a respeito da importância das Escrituras, da liberdade do cristão, do dever dos pastores de pregar o evangelho, da doutrina da justificação pela fé, e denunciou as imagens, o jejum, o celibato, e cerimônias judaicas. Ele foi bem sucedido e ficou conhecido, sendo convidado para palestras e sermões. Lutero tinha bom conceito dele, mas Erasmo, talvez o sábio de maior prestígio da época, não tinha. Farel, em uma incontinência verbal, e em virtude de Erasmo não assumir uma posição ao lado da Reforma, o chamou de covarde e de Balaão. Erasmo escreveu ao conselho da cidade, dizendo que Farel era um perturbador da paz, e o conselho o expulsou.

                Farel então se dirigiu para Estrasburgo, do Reformador Martim Bucer, passando por Zurique, Schaffhausen e Constança, dos Reformadores Zuinglio, Myconius e Grebel. Ele carregava consigo uma carta de recomendação de Lutero, e teve contato com a realidade da Reforma em todos esses lugares. Ele ficaria um ano em Estrasburgo, aonde ele reencontrou Le Fèvre e os outros amigos de Meaux, que também haviam fugido da perseguição na França.

                Em 1526 Farel voltou a Suíça, para a cidade de Aigle, no Vaud, próximo a fronteira da França (Valais), e de fala francesa, cidade essa sob a suserania de Berna. Nessa ocasião ele usou o nome de Guillaume Ursinus, em uma referencia a cidade de Berna, cujo símbolo é um urso, e assumiu o cargo de professor. Em 1528 ele compareceu ao Sínodo de Berna, que decidiu definitivamente pela Reforma, e o comissionou como pregador nos distritos de fala francesa sob o controle de Berna. Ele então pregou nas cidades de Lausane, Neuchatel, e muitas outras. Ele pregava subindo em pedras, nas ruas e praças, nas casas, em qualquer lugar. Ele provocou a ira de monges e padres; foi chamado de “herege” e de “demônio”, foi insultado, cuspido, e ameaçado. Aonde ele passava a população era forçada a tomar partido, contra ou a favor da Reforma. Em Neuchatel, apesar de violenta oposição, ele foi bem sucedido na implantação da Reforma e um evento marcou época. Enquanto estava lá, Farel convenceu Robert Olivetan, um erudito, primo de João Calvino, a traduzir a Bíblia, das línguas originais para a língua francesa. Essa tradução é a base das traduções francesa modernas da Bíblia. Olivetan, após terminar essa tradução, foi trabalhar como professor particular em Genebra. “Continua no próximo boletim

 

 

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